Uma introdução às cinco gerações de guerras
Uma análise teórico-filosófica sobre os modos modernos de guerrear.
Resumo: O presente artigo é uma introdução para principiantes sobre às cinco formas que as guerras podem tomar. Será explicado a evolução das guerras de um ponto de vista teórico-filosófico ao longo da história, até chegarmos no atual estado de coisas. Depois dessa explicação será feita uma breve análise sobre o papel do Brasil na atual conjuntura bélica mundial e responderemos a pergunta se o ocidente está em guerra civil.
Palavras-Chave: Guerras Híbridas. Filosofia. Ocidente.
[NOTA: os comentários sobre esse artigo serão feitos em live. Por isso não garanto que eu vá conseguir ler e responder todos os comentários feitos nesse artigo, caso hajam. A live será limitada em no máximo duas horas.]
Coronel Lind e as quatro gerações de guerras
Em 1989 o coronel americano William S. Lind surgiu em um artigo1 discutindo formas diferentes que os países podem guerrear. Essas formas diferentes que Lind tratava no artigo não necessariamente remetiam a tipos de munições ou armas, quais eram mais ou menos efetivas.
Ao invés disso, Lind propôs no artigo uma abordagem mais teórica sobre conflitos.
Ele aborda quatro tipos de guerras, dividindo-as em quatro gerações:
Primeira Geração: a guerra tradicional
A 1GW (First Generation Warfare) seriam as guerras mais tradicionais, onde as tropas se alinham e batem de frente uma com a outras. Essa é a forma de guerra antigas, vista dos filmes que retratavam conflitos há muitos e muitos anos atrás. Coronel Lind refere-se às guerras napoleônicas, mas essa forma de guerra pode ser vista ao longo de toda a história desde a grécia antiga. Em resumo: dois exércitos batendo de frente um com o outro.
Segunda geração: a guerra de artilharia
A 2GW (Second Generation Warfare) difere-se da primeira com uma inovação muito peculiar, que é a invenção e o uso de unidades de artilharia. Em condições semelhantes um exército com artilharia (2GW) tende sempre a vencer um exército sem artilharia (1GW). Segundo Lind:
Talvez a principal mudança em relação às táticas de primeira geração tenha sido a forte dependência do fogo indireto; as táticas de segunda geração foram resumidas na máxima francesa: "a artilharia conquista, a infantaria ocupa".
Terceira geração: guerras de manobra
A 3GW (Thrid Generation Warfare) difere-se da segunda forma pois ela é uma forma de guerra não linear. Ao contrário da primeira e da segunda, onde as tropas se encontravam e batiam de frente (com artilharia ou não) a terceira geração das guerras tinham tropas significativamente mais móveis através de tanques de guerras (Panzer) o que acabava por dar uma grande vantagem para o exército mais móvel. Um exército móvel tem muito mais chances de vencer um exército com pouca mobilidade.
Quarta geração: a guerra invisível
A 4GW (Fourth Generation Warfare) é a nova forma de guerra proposta pelo coronel Lind no artigo. Ela se difere de todas as outras formas pois é a única que o inimigo é invisível. É uma forma de guerra na qual um país tem que enfrentar adversários que estão disfarçados de pessoas que habitam o próprio país. Ou seja, a linha divisória entre o amigo e o inimigo não existe mais. O exemplo mais clássico, citado por Lind, é o terrorismo.
No sentido de que: você só sabe que o terrorista é um terrorista quando ele executa um ato terrorista. Antes disso, era um cidadão comum do seu país. Não há mais distinção entre o civil e o militar. Aponta o coronel Lind:
Terroristas usam a liberdade e a abertura de uma sociedade livre, seus maiores pontos fortes, contra ela. Eles podem circular livremente em nossa sociedade enquanto trabalham ativamente para subvertê-la. Usam nossos direitos democráticos não apenas para se infiltrar, mas também para se defender. Se os tratarmos dentro de nossas leis, eles ganham muitas proteções; se simplesmente os abatemos, os noticiários da televisão podem facilmente fazê-los parecer as vítimas.
“In September 2001, The New York Times and Israeli newspaper Haaretz reported that four hours after the attack, the FBI arrested five Israelis who had been filming the smoking skyline from the roof of a white van in the parking lot of an apartment building, for "puzzling behavior". They were charged with illegally residing in the United States and working there without permits. The Israelis were said to have pulled into the parking lot after the destruction of the first tower and videotaped the remainder of the disaster with what was interpreted as cries of "joy and mockery".[71][72][73] The incident became known as the "dancing Israelis" in conspiracy theory circles.[74] Police found the van and a search revealed $4,700 in cash hidden, along with foreign passports and a boxcutter which aroused suspicions and led to the detention of the occupants. The men were held in detention for more than 2 months, during which time they were subjected to interrogation and polygraph tests, before being deported back to Israel.”
E depois? A guerra nunca para.
Mais tarde foi desenvolvido o conceito de guerras de quinta geração (5GW). Esse conceito não possui um pai de um modo tão claro como nas gerações anteriores. Mas o conceito surge no final dos anos 2000. Um exemplo desse conceito criado surge em Daniel H. Abboott, em 2008, no livro The Handbook of 5GW.
A guerra de quinta geração é um desdobramento da guerra de quarta geração. A dificuldade de encontrar uma separação/distinção clara entre povo e inimigo é mantida, mas, ao invés de terrorismo, a guerra é travada em todos os campos possíveis, é uma forma de guerra total. A guerra é lutada, por exemplo, através do controle mental dos habitantes de um determinado país. É uma guerra travada dentro do campo informacional, psicológico, econômico, político, cultural etc.
É através da ideia de guerras informacionais em um campo de batalha irregular que surge, em 2007, o conceito de guerra híbrida. Esse termo foi cunhado por Frank. G. Hoffman no livro Conflict in the 21st Century: The Rise of Hybrid Wars.
Esse livro de Hoffman é curto (72 páginas), mas é bastante denso e com muitas informações. Ele faz uma recapitulação dos conceitos apresentados pelo coronel Lind e também cita o livro chinês Unrestricted Warfare: Two Air Force Senior Colonels on Scenarios for War and the Operational Art in an Era of Globalization (1999).
Hoffman apresenta a ideia de que as guerras híbridas são guerras onde múltiplos modos de guerrear, decentralizados, podem convergir para gerar um ataque. Mais ou menos como em um diagrama de Venn:

Mais tarde a literatura envolvendo guerras informacionais avançam até chegar ao Russo Andrew Korybko que, 2015, publicou o livro: Hybrid Wars: The Indirect Adaptive Approach to Regime Change. Nesse livro Andrew Korybko analisa o conceito de guerras híbridas através da perspectiva da revolução do euromaidan.
Ele divide a guerra híbrida em dois subgrupos.
Revoluções coloridas: protestos fabricados por engenharia social, ongs e manipulação informacional.
Proxy-wars: guerras indiretas que exploram falhas/desafios internos de um determinado país, como diferentes religiões em um mesmo país.
Reflexões filosóficas sobre o atual estado das guerras
É um fato, guerras não convencionais existem. Esse é um assunto amplamente estudado nos últimos anos com uma ampla bibliografia a ser debatida. Contudo, cabe talvez uma reflexão filosófica mais aprofundada sobre esse tipo de guerra e não somente uma análise bibliográfica.
Eis aqui algumas considerações minhas sobre 5GW.
Ok, guerras híbridas existem, isso é um fato. Mas será que tudo é guerra híbrida mesmo? Ou será que as vezes não é só o choro de líderes ditatoriais perdendo o controle?
Imagine que você viva e viveu durante muitos anos em um país ditatorial, onde você não podia falar nada sem correr riscos. Em um cenário desses o que você faz é guardar sua raiva para sobreviver.
Você viu muita coisa errada acontecendo.
Você viu muita injustiça sendo feita.
Você viu muito dinheiro sendo desviado.
Você viu muitos amigos seus sumindo.
Você viu pessoas morrendo.
Tudo isso sem que nada acontecesse, sem que ninguém tomasse uma providência, pois tudo estava sendo encoberto por um regime ditatorial.
Mas eis que, surge uma mudança tecnológica e você passa a ter a possibilidade de se comunicar anonimamente com pessoas que também não gostam do regime e que querem mudar as coisas.
As vezes não é guerra híbrida, as vezes as pessoas só estão p. da vida.
O que acontece quando pessoas passam a se comunicar entre si livremente? O que vai acontecer é que elas irão se organizar e formar minorias organizadas e, essas minorias organizadas, irão surgir com a figura de um novo príncipe. Esse novo príncipe é uma ameaça a ditadura que deve responder ou cairá.
Pensamos que, mesmo que não existissem guerras híbridas, ainda assim, a comunicação livre levaria à queda dos regimes. Talvez seja uma tendência natural. Não é necessário guerras híbridas para uma ditadura cair, as vezes só deixar as pessoas conversarem já basta.
Não que guerras híbridas não existam, já mostramos que existem amplas bibliografias mostrando que elas existem. Mas, talvez, uma grande parte das revoltas que aconteceram, desde a primavera árabe, sejam consequências naturais da perda do oligopólio informacional de países ditatoriais, perda essa derivada da influência de tecnologias disruptivas no tecido social daqueles países.
Ou seja, apesar de existirem guerras híbridas, nem tudo é guerra híbrida. As vezes é orgânico. As vezes é o desejo das pessoas se livrarem da influência de governos tirânicos para tentar ter um novo governo, menos tirânico.
As vezes dá certo e o país melhora, mas, as vezes, você tem o Iraque.
Guerra Híbrida: Inception
Outro questionamento bastante filosófico é o seguinte:
Será que você acusar alguém de estar fazendo guerra híbrida não é por si só uma forma você fazer guerra híbrida contra os outros?
Ao dizer que: “Estamos sofrendo um ataque de guerra híbrida.” você está, querendo ou não, manipulando e conduzindo os discursos, o que é uma forma de guerra híbrida. É quase como se fosse uma guerra híbrida inception.
Mesmo que seja verdade, mesmo que o seu país esteja sofrendo um ataque de guerra híbrida, ainda assim, acusar determinado país de fazer guerra híbrida é, no fundo, uma forma de guerra híbrida contra aquele país. É uma forma de guerra híbrida cuja manipulação das mentes das pessoas é feita por você usando a verdade, mas ainda é uma forma de manipulação, no sentido de conduzir as pessoas para um determinado lugar.
Claro que, nesse caso, seria uma espécie de “bom combate” pois você está combatendo as mentiras com a verdade, você está correto. Seria uma manipulação do bem. Você estaria conduzindo os discursos públicos através da verdade.
Contudo, nem sempre é assim.
Quando você acusa falsamente algum país de fazer guerra híbrida, com o intuito de fazer a população vitima do suposto ataque odiar aquele país, então você está fazendo uma guerra híbrida em cima do discurso de uma suposta guerra híbrida, que nunca aconteceu.
Existe aqui malícia, mentiras e a condução das pessoas através de um jogo sujo.
As pessoas podem ser conduzidas (em termos informacionais) tanto por verdades quanto por mentiras, mas penso eu, que nesses dois casos a guerra informacional está ocorrendo.
A não ser claro que, arbitrariamente, definirmos a guerra informacional como algo que necessita sempre de malícia, de mentiras. Daí nesse caso, ao usar a verdade, não estaríamos fazendo guerras híbridas.
Mas enfim.
O ponto que queremos chamar atenção é que existem pessoas no Brasil que usam-se da liberdade de expressão para defender ditaduras dizendo que elas são vítimas de guerras híbridas, mesmo elas não necessariamente ocorrendo.
Hoje em dia qualquer revolta popular contra um regime tirânico é imediatamente classificada por pessoas mau intencionadas como guerra híbrida. Isso ocorre justamente porque essa narrativa é muito boa para justificar ações tirânicas mais duras de tirano sob o seu povo. É uma narrativa que ajuda a matar pessoas que se opõem à tirania e que ajuda a tirania a se manter no poder.
A narrativa de que um país está sendo desestabilizado é usada como uma forma de tentar estabilizar aquele país. Geralmente resulta em mortes.
Daqui em diante, cada vez que um tirano estiver para cair, ele irá se dizer vítima de guerra híbrida, mesmo não sendo.
A hermenêutica das guerras modernas
Cabe, por fim, tentar responder uma pergunta muito complicada, referente ao nosso país maravilhoso e amado:
Afinal, o Brasil está sendo alvo de uma guerra híbrida?
Como um filósofo responderia essa questão? Provavelmente com uma reflexão sobre hermenêutica.
A hermenêutica é a arte de interpretar e entender a linguagem. Ela é uma crítica a noção de significado como algo objetivo, alcançado puramente pela razão e pelo método empírico. Um grande nome da hermenêutica foi o filósofo alemão e cristão Hans-Georg Gadamer que, a sua maneira deu continuidade aos trabalhos de Martin Heidegger.
Ora, o Brasil está sendo alvo de uma guerra híbrida? A resposta depende da hermenêutica. No sentido de que não é possível dar uma resposta objetiva para essa questão. Inclusive pelo fato de que a guerra híbrida é uma forma de guerra onde não é possível distinguir claramente o que é amigo e o que é inimigo. A partir das guerras de quarta geração em diante essa distinção passa a propositalmente não fazer mais sentido.
Outra pergunta, talvez ainda mais interessante que a pergunta “o Brasil está sendo alvo de guerra híbrida?” é o que se segue, caso respondermos que sim. Se o Brasil está sofrendo guerra híbrida isso ocorre…
Da parte de quem?
Geralmente quem fala em Guerras Híbridas aqui no Brasil faz isso acusando os EUA. O que é algo provável e razoável de supor. Os americanos parecem atuar de um modo mais diplomático e informacional para influenciar no Brasil de acordo com seus interesses. A diplomacia e o controle informacional são elementos que, conforme já mostramos, constituem guerras híbridas.
Entretanto, seriam os EUA os únicos agentes que fazem guerras híbridas no Brasil? Parece pouco provável.
Os chineses atuam também no Brasil mas, ao contrário do americano, que atua controlando informações e diplomacia, o chinês parece atuar no Brasil através do estabelecimento de laços de dependência econômica. Essa estratégia de guerra econômica é feita pela China em muitos países ao redor do mundo, e tem como foco principal explorar a assimetria econômica resultante da falta de direitos humanos na China, para ofertar produtos mais baratos e quebrar os concorrentes. Juntamente com os laços de dependência econômica a China parece atuar no Brasil através da cooptação do sistema jurídico brasileiro por parte de agentes de poder subordinados à china, o que é um tipo de lawfare.
A Rússia, por outro lado, parece ser o país que menos consegue fazer guerras híbridas contra o Brasil, talvez por não ter muitos meios de ação ou talvez por não importar muito com o Brasil (no sentido de não ter interesses). As operações Russas de guerras híbridas contra o Brasil se dão primariamente na internet através de redes organizadas de desinformação, infiltradas dentro de grupos nacionalistas brasileiros. Esses grupos russos costumam fazer bastante guerra híbrida inception, a qual mostramos anteriormente no texto.
A Europa exerce influência no Brasil através da diplomacia, ONGs e fundos de investimentos baseados no Green Deal. Culturalmente a Europa também influencia o Brasil principalmente com a relação à relação Brasil-França, que já foi amplamente discutida aqui nesse substack.
Existem múltiplos atores influenciando o Brasil e talvez todos eles estejam deliberadamente fazendo movimentos de guerras híbridas contra o Brasil… ou não.
Contudo, a virtude da prudência e da sabedoria prática (Phronesis) nos leva a sempre tentar buscar qual a opção mais razoável e, é mais razoável supor que todos eles estão fazendo guerra híbrida contra o Brasil.
Nesse sentido, se todos esses atores estão fazendo guerras híbridas contra o Brasil cabe talvez fazer o básico, de explicar aos brasileiros o que é isso. O gringo não vai explicar e nem vai nos dar soluções aos problemas que eles mesmos estão gerando aqui no Brasil.
Se quisermos combater formas de guerras não convencionais precisamos trazer luz ao fato de que elas existem, afinal:
Um truque de mágica funciona até o momento em que descobrimos como ele funciona.
Talvez o primeiro passo para lidar com o problema das guerras híbridas é, em primeiro lugar, fazer as pessoas no Brasil saberem que as guerras híbridas existem e, é por isso que esse texto existe.
Agora você sabe o que são as 5 gerações das guerras e seus desdobramentos.
Desse modo é mais fácil compreender e analisar as relações hostis dos principais países do mundo contra o Brasil:
EUA: Diplomacia e controle informacional.
China: dependência econômica e lawfare.
Rússia: desinformação e guerra híbrida inception.
Europa: Diplomacia e ONGs ligadas ao Green Deal.
Adendo posterior: O ocidente está em guerra civil?
De um modo geral a narrativa de que o ocidente está em declínio e em iminência de guerra civil é uma desinformação Russa e deve (should) ser ignorada. O que o sistema de desinformação russa faz no Brasil é confundir mudanças culturais normais no mundo ocidental como se isso fosse um problema, não é. A crise, conforme já mencionamos em artigos passados, é um elemento constituinte fundamental (no sentido de fundamento) do que entendemos como ocidente.
Mudanças são normais no ocidente. É isso que faz o ocidente ser o ocidente.
Entretanto, essa questão de uma suposta guerra civil é um bom gancho para falarmos de dois aspectos que ainda não foram comentados nesse artigo, que é a guerra cultural e as operações psicológicas. Falta comentar esses aspectos para deixar o artigo mais completo.
Muito do que será escrito aqui já foi comentado em lives recentes do canal então serei breve pois o artigo já está muito longo.
Recentemente o ativista Charlie Kirk foi, infelizmente, alvo de uma tentativa bem sucedida de churrascamento. Muito pode ser discutido sobre essa questão, mas no nosso caso o que queremos chamar a atenção é para o fato de que: o churrascamento de Charlie Kirk marca um ponto de virada (turning point) dentro daquilo que se entende como guerra cultural.
O ponto de virada é que agora, até mesmo para o normie, a esquerda radical é inaceitável. Com o churrascamento de Charlie Kirk a esquerda sofreu um duro golpe de um ponto de vista cultural e, talvez, seja impossível para a esquerda se mostrar como razoável nos próximos anos. A suposta vitória em churrascar um adversário político tornou-se um grande pesadelo para a esquerda atual ocidental.
Poder político é poder para cancelar o adversário e esse poder a esquerda ocidental acaba de perder. Na política ou você cancela ou você é cancelado.
Ademais, também conversamos nas lives sobre o poder das operações psicológicas dentro da sociedade. Levantamos a possibilidade de que talvez a palavra WOKE não seja algo que pertence puramente à esfera da guerra cultural. Levantamos a possibilidade que aquilo que entendemos como WOKE possa ser, na verdade, um programa militar americano de controle mental. Talvez uma joint venture entre a CIA/DARPA, vai saber. Quase como se fosse uma versão moderna do MKultra misturado com os protocolos OCEAN da Cambridge Analytica.
Se o WOKE é, de fato, uma arma de guerra psicológica para eliminar oponentes políticos precisamos ficar atentos também essa questão no Brasil. O programa WOKE pode gerar milhares de agentes (que inclusive que nem sabem que são agentes) para agir em momentos oportunos para churrascar opositores. É importante lembrar que: “a qualquer momento, em qualquer lugar, nossos atiradores podem te derrubar, tenha um bom dia.”
https://globalguerrillas.typepad.com/lind/the-changing-face-of-war-into-the-fourth-generation.html














Se o Homero conseguir virar funcionário público, esperamos que ele volte a fazer o Terça Filosófica
Homero, já assistiu a propaganda "Ghosts in The Machine", no youtube? É de um batalhão de psyops dos EUA